Ter muitos pesadelos, na verdade, não é coisa extraordinária. Um dos maiores estudos já feitos sobre conteúdo dos sonhos, que analisou 500 homens e 500 mulheres, mostrou que é muito mais comum sentir medo, ansiedade e apreensão durante a noite do que alegria ou felicidade. E que, em um terço dos sonhos, a pessoa passa por algum grande "infortúnio": doenças, ameaças, morte. Elementos sobrenaturais são comuns (alô, leões bípedes de cartola?). Durante a infância, quase metade das crianças tem pesadelos todas as semanas. Na vida adulta, as mulheres sofrem mais com eles do que os homens, e fortes emoções são mais frequentes nos sonhos delas - 57% contra 41%. (Isso faz sentido porque, ao longo do milênios, mulheres foram vítimas mais frequentes de ataques e violência.) Pesadelos fazem parte da vida noturna de qualquer pessoa, o que indica que talvez tenham alguma função evolutiva, e sejam pouco mais do que apenas um capricho do cérebro dormindo.
Uma das teorias que explicam a importância dos sonhos ruins vem do psiquiatra Allan Hobson. Para ele, pesadelos são uma espécie de treino para situações de perigo. Fomos selecionados durante milhões de anos de evolução para ter um cérebro que é naturalmente amedrontado - o que explica, por exemplo, o fato de o pesadelo mais comum ser o que envolve algum tipo de perseguição. Ou seja, aqueles que têm muitos pesadelos estariam em vantagem evolutiva, pois ficariam mais alertas e preparados na vida real. E, assim, teriam mais chances de sobrevivência. Neurologicamente, a teoria faz sentido porque uma das áreas mais ativadas durante o sono REM é a amígdala, aquele pedacinho do cérebro que controla a ansiedade e o sistema de fuga ou luta dos animais. "Quem tem mais sonhos desagradáveis fica mais regulado emocionalmente", diz Flávio Aloe, coordenador do Centro Interdepartamental de Estudos do Sono do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Mas, se existe um fator que os sonhos ruins realmente preveem, é a personalidade. Quem tem pesadelos plausíveis, como não conseguir terminar uma prova a tempo, por exemplo, costuma ter grande capacidade de concentração e habilidade para separar o pensamento racional do emocional. Já as pessoas no outro oposto de personalidade têm dificuldade em distanciar a razão da emoção, são mais vulneráveis a situações de estresse, e passam boa parte da vida (acordada) viajando em pensamentos distantes. Mas nem tudo é ruim. "Quem passa a vida tendo pesadelos tem tendências artísticas e criativas que não são encontradas nos outros grupos", diz Patrick McNamara em seu livro Nightmares. São essas as pessoas agraciadas com sonhos de alienígenas e banquetes canibais.
Uma das teorias que explicam a importância dos sonhos ruins vem do psiquiatra Allan Hobson. Para ele, pesadelos são uma espécie de treino para situações de perigo. Fomos selecionados durante milhões de anos de evolução para ter um cérebro que é naturalmente amedrontado - o que explica, por exemplo, o fato de o pesadelo mais comum ser o que envolve algum tipo de perseguição. Ou seja, aqueles que têm muitos pesadelos estariam em vantagem evolutiva, pois ficariam mais alertas e preparados na vida real. E, assim, teriam mais chances de sobrevivência. Neurologicamente, a teoria faz sentido porque uma das áreas mais ativadas durante o sono REM é a amígdala, aquele pedacinho do cérebro que controla a ansiedade e o sistema de fuga ou luta dos animais. "Quem tem mais sonhos desagradáveis fica mais regulado emocionalmente", diz Flávio Aloe, coordenador do Centro Interdepartamental de Estudos do Sono do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Mas, se existe um fator que os sonhos ruins realmente preveem, é a personalidade. Quem tem pesadelos plausíveis, como não conseguir terminar uma prova a tempo, por exemplo, costuma ter grande capacidade de concentração e habilidade para separar o pensamento racional do emocional. Já as pessoas no outro oposto de personalidade têm dificuldade em distanciar a razão da emoção, são mais vulneráveis a situações de estresse, e passam boa parte da vida (acordada) viajando em pensamentos distantes. Mas nem tudo é ruim. "Quem passa a vida tendo pesadelos tem tendências artísticas e criativas que não são encontradas nos outros grupos", diz Patrick McNamara em seu livro Nightmares. São essas as pessoas agraciadas com sonhos de alienígenas e banquetes canibais.
Pois então o que posso dizer então que já evolui bastante e a cada noite evoluo mais, mas não deixa mais calmo não na verdade até piora, porque tu pensa assim até quando estou acordada passo por isso!!! Bom imaginação sempre tive kkk desde criança tenho pesadelos, e já descobri que até podemos sair do corpo enquanto dormimos, mas isso é assunto para outro dia.....
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